Peles: Elegance | Saias de plumas e botas LP: Center Tecidos
Peles: Elegance | Saias de plumas e botas LP: Center Tecidos
Lurex azul-turquesa: Center Tecidos
Esq. > paetê bordado London e Organza Cristal | Dir. > tule valentino: Center Tecidos
Tule valentino: Center Tecidos
Tafetá azul royal: Center Tecidos
Malha pu shine marrom e couro eco laranja: Center Tecidos
Malha pu shine marrom e couro eco laranja: Center Tecidos
Couro eco prata estampa cobra: Center Tecidos
Esq. > vestido Carina Duek (loja Maria João), sapato Biondini e bolsa Carmin (loja Le Calzature)
Mert Alas e Marcus Piggott, mais conhecidos como Mert & Marcus, são dois famosos fotógrafos de moda que trabalham juntos há mais de dez anos. O trabalho deles é fortemente influenciado e moldado pelas referências ao fotógrafo Guy Bourdin e também pelo uso da manipulação digital da qual foram pioneiros. Trabalham excessivamente com os efeitos de luz e o retoque. Contribuíram com uma nova percepção da fotografia, imprimindo uma assinatura muito particular e facilmente reconhecível. A luz que escolhem homenageia o glamour dos anos 30, com mulheres de pele aveludada e lábios extremamente vermelhos. Possuem um prestígio imenso no mundo artístico atualmente.
Ambos nasceram em 1971, Mert na Turquia e Marcus no País de Gales. Conheceram-se na Inglaterra em 1994, após terem trabalhado em áreas distintas, Mert no campo da música e Marcus em desenho gráfico. Marcus era assistente em fotografia e Mert modelo fotográfico. Resolveram trabalhar juntos em 1998, primeiro em fotografia commercial e posteriormente em fotografia de moda. Tiveram o reconhecimento desde a primeira publicação para a revista de moda londrina Dazed and Confused, assinando inclusive a capa.
Fortemente conhecidos por retratar mulheres sofisticas e poderosas, Alas e Piggott dão um ar de graça e perfeição inconfundíveis à publicidade. “A diferença entre nós e outros fotógrafos é que nos importamos muito com a aparência”, diz Alas. “Passamos a maior parte do tempo na sala de maquiagem e penteado.” Eles colaboram para as melhores revistas de moda como Vogue, W Magazine, Numéro e têm como cliente marcas como Louis Vuitton, Versace, Gucci etc. Criaram a imagem de muitos perfumes para Gucci, Yves Saint-Laurent, Givenchy e Lancôme. Impossível hoje folhear uma revista de moda sem ter uma campanha ou editorial assinado pela dupla. Trabalham para celebridades do calibre de Shakira, Jennifer Lopez, Madonna, Linda Evangelista, Gisele Bündchen, Björk, Scarlett Johansson, Charlotte Rampling etc. Fizeram também a capa do álbum Furious Angels de Rob Dougan. Conceberam também a capa do último CD da Madonna, MDNA, e dirigiram o clipe “Girl Gone Wild”.
Fundo: frame do videoclipe "Girl Gone Wild" © Boy Toy, Inc.020345678
Você já ouviu falar de Hugo Ênio Braz? Se sim, com certeza ouviu falar bem. Se não, vale a pena ler este texto.
Um senhor franzino que fala com as sobrancelhas e desenha de uma forma que faz muito artista pseudomoderno ter vontade de virar açougueiro.
Eu já conhecia o "Seu Hugo", pois um professor já o havia apresentado. Só que, por acaso, encontrei-o na rua e marquei de fazer uma visita para aprender uns macetes com tinta acrílica e outros materiais, além de filar o bolo de banana da Neca, esposa dele. Aliás, só não entro em detalhes, pois essa coluna não é sobre culinária.
Hugo é um autodidata com muito conhecimento acumulado e mostra isso em cada trabalho, escolhendo sempre a técnica, o traço e a referência ideal para resolver a obra. Na minha visita, cada vez que me mostrava um desenho quase pronto, logo depois puxava umas cinco folhas de rascunhos e rabiscos que mostravam todo o processo de concepção e simplificação do traço. Acredite, os rascunhos seriam dados como prontos por muito artista por aí, inclusive eu.
Todos os trabalhos possuem um processo de pesquisa e um primor com o resultado. Coisa de quem ama o que faz. Quando lhe perguntei sobre as referências para desenhar as mãos de um trabalho que havia me mostrado, ele logo foi buscar um vinil do Paco e Lucia com umas mãos tocando violão na contracapa. As boas referências estão em todas as manifestações artísticas.
Sua grande vantagem como artista é experimentar e utilizar vários traços e estilos sem perder a identidade. Isso é muito difícil de conseguir pois normalmente ilustradores com traço muito característico acabam se restringindo unicamente ao seu próprio estilo. Hugo, por outro lado, vai desde caricaturas até retratos e paisagens com um caráter verossímil sem perder o estilo próprio.
Alguns elementos que dão essa personalidade para sua obra, são a mistura de figuras geométricas em intersecção com os desenhos, além dos gradientes com pinceladas marcadas que também funcionam muito bem.
Quem quiser conferir os trabalhos dele pode acessar o blog do Hugo Braz.
Ao lado: ilustrações de Hugo Braz
Essa é para quem gosta de cozinhar. Nada melhor que ter os ingredientes a mão para preparar tudo com muito carinho. Ervas e temperos frescos… e na hora!
Não importa se é apartamento ou casa. Sempre existe um jeito de montar a sua horta. Para os apartamentos, os vasos pequenos são as melhores opções. Se pendurados nas paredes, criam um jardim vertical muito legal. Dão vida e alegram o ambiente!
Para as casas, as opções são inúmeras! Fiz uma boa pesquisa para inspirar vocês a “colocar a mão na massa”.
Vejam que ideia legal é plantar em tubos de PVC e interligá-los com cabos de aço… ou que tal plantas nas telhas e calhas? E no carrinho de mão?
Além de fornecer ervas frescas, sua casa ou apartamento vão ficar um charme!
Todas essas imagens são do site Shelterness. Por sinal, essa página é demais! Vale a pena conferir toda a semana. Sempre com ótimas dicas para aproveitar espaços e decorar.
Fica a dica!
No livro Beauty Pays o economista Daniel Hammermesh afirma que pessoas de boa aparência tornam-se mais atraentes - e inclusive conquistam salários maiores - do que seus colegas. É importante lembrar que ter boa aparência inclui, entre outras coisas, saber como vestir-se adequadamente no ambiente profissional.
No início do mês de maio fui convidada pelo SENAC para conversar com os seus alunos justamente sobre este tema, iniciando a palestra pelo significado do verbo "apparire". O verbo italiano dá origem à palavra aparência e significa "parecer" e "apresentar-se". Você alguma vez já parou para pensar se, da maneira como se apresenta no trabalho, transmite maturidade? E realmente acha que se parece com uma pessoa confiável? Pois saiba que, mesmo trabalhando em um ambiente mais flexível, que não nos coloca em contato direto com os clientes, é preferível pecarmos por um toque a mais - do que a menos - do quesito formalidade. A informalidade em excesso pode fazer com que nos vejam como pessoas imaturas e despreparadas. Veio a sua mente aquela vez em que apareceu no trabalho vestindo jeans, tênis e camiseta? Calma, é sempre tempo de virar a página: substitua urgentemente ao menos os tênis por sapatilhas!
Desde que não trabalhe em um ramo estritamente formal, uma ótima tática é mesclarmos elementos formais com informais. Assim é possível sentir-se bem, sem correr o risco de errar. As cores, as estampas, as texturas e a estrutura das peças de roupa, são alguns dos principais elementos que devemos levar em conta. Vamos analisá-los? Digamos que no local no qual você trabalhe seja permitido o uso do jeans. Além de substituir o modelo skinny pela modelagem reta, o ideal seria optar por tons escuros e sem qualquer lavagem, pois cores escuras são mais formais do que cores claras e vivas. As peças estampadas perdem em formalidade para as lisas, portanto reserve aquela blusa com estampa graúda, em tons bem vivos e corte arrojado para outro ambiente, a não ser que trabalhe em setores ligados diretamente à criatividade. Qual será a razão de um blazer, se comparado a um cardigan, nos dar uma cara mais arrumada? Pelo simples fato de ser uma peça estruturada; as peças molengas passam informalidade. E já que o inverno está aí, ao usar suas malhas de lã, dê preferência àquelas mais lisinhas para o trabalho e adote as peças de aspecto rústico, com bastante textura, em situações mais descontraídas. Drible a monotonia usando algum acessório interessante ou uma pincelada a mais de cor, considerando que se ficar em dúvida, é melhor não arriscar! Mesmo que seja adepta das tendências, procure usá-las de forma inteligente: definitivamente este não é o ambiente ideal para estrear o look da moda!
Você está mesmo interessada em aumentar o valor da sua marca pessoal? Conscientize-se de que ao procurar seguir os códigos de vestimenta no seu dia-a-dia profissional, encarando a roupa como a sua embalagem, estará um passo à frente dos demais.
Karina de Oleksiuk é artista plástica, pós-graduada em "Progettazione di Moda" pelo "Istituto per l'Arte e il Restauro" - Florença / Itália. Atua como Consultora de Imagem e Estilo Pessoal e ministra cursos, workshops e palestras. Fone: 51.81280614 / E-mail: kaiaoleksiuk@gmail.com
Fotografia: Alésia Brígida Klafke | Inspiração: Steven Meisel e Jurgen Teller || Styling: Alésia Brígida Klafke | Inspiração: Vogue Itália || Beleza: Alésia Brígida Klafke | Inspiração: Dsquared 2 || Assistente: Mirna Weigel | Modelo: Natália Weigel | Orientação: Alexandra Rutsatz, Joneia Rutsatz, Cátia Kupssinskü e Alex Ramirez
Fotografia: Alésia Brígida Klafke | Inspiração: Steven Meisel e Jurgen Teller || Styling: Alésia Brígida Klafke | Inspiração: Vogue Itália || Beleza: Alésia Brígida Klafke | Inspiração: Dsquared 2 || Assistente: Mirna Weigel | Modelo: Natália Weigel | Orientação: Alexandra Rutsatz, Joneia Rutsatz, Cátia Kupssinskü e Alex Ramirez
Grupo: Ana Paula da Costa e Bibi Bazzo | Referências: Chanel/revista Elle | Modelo: Ezequiela Ristow | Styling: Ana Paula da Costa | Locação: Antigo Bistrô | Foto: Bibi Bazzo | Orientação: Alexandra Rutsatz, Joneia Rutsatz, Cátia Kupssinskü e Alex Ramirez
Grupo: Ana Paula da Costa e Bibi Bazzo | Referências: Chanel/revista Elle | Modelo: Ezequiela Ristow | Styling: Ana Paula da Costa | Locação: Antigo Bistrô | Foto: Bibi Bazzo | Orientação: Alexandra Rutsatz, Joneia Rutsatz, Cátia Kupssinskü e Alex Ramirez
Título do trabalho: Appétit | Fotografia: Naíma Krug | Styling: Luana Schwengber |
Beleza: Luana Schwenber | Locação: Antigo Bistrô | Modelos: Michele Metzdorff e Gabriela Bonfanti | Agradecemos às modelos
Título do trabalho: Appétit | Fotografia: Naíma Krug | Styling: Luana Schwengber |
Beleza: Luana Schwenber | Locação: Antigo Bistrô | Modelos: Michele Metzdorff e Gabriela Bonfanti | Agradecemos às modelos
Revista: Vogue Paris | Fotógrafo referência: Mario Testino | Fotografia: Giovane Sebastiany | Styling: Suzane Tolotti | Beleza: Suzane Tolotti | Cabelo/maquiagem: Alexandra e Joneia Rutsatz | Assistente: Alexsander Wildner | Modelo: Carol | Locação: Antigo Bistrô (Santa Cruz do Sul – RS)
Revista: Vogue Paris | Fotógrafo referência: Mario Testino | Fotografia: Giovane Sebastiany | Styling: Suzane Tolotti | Beleza: Suzane Tolotti | Cabelo/maquiagem: Alexandra e Joneia Rutsatz | Assistente: Alexsander Wildner | Modelo: Carol | Locação: Antigo Bistrô (Santa Cruz do Sul – RS)
A WebMagazine tem novidades! Vamos trazer para você o lifestyle, a arte e a moda de várias cidades do planeta! A primeira matéria é de nossa "correspondente" em Tóquio, Elsa Schütz Kanomata… que saiu às ruas para clicar os looks irreverentes de um povo que impressiona por sua beleza e ousadia.
O Japão, a "terra do sol nascente", é um país que opera sob a luz da modernidade e avanço tecnológico, ao mesmo tempo que preserva suas tradições milenares. Um país exemplar em diversos aspectos, desde seu sistema educacional, avanço tecnológico, moda e expressão artística.
Poucas pessoas sabem, mas até o ano de 1868 o Japão esteve isolado do mundo ocidental, devido ao rígido comando imperial desta época, sendo até então um país de estrutura feudal. Fazem, portanto, aproximadamente 144 anos que o país abriu suas portas para o intercâmbio internacional.
Desde então, o país tem incrementado cada vez mais aspectos da cultura ocidental, desde vestimentas, talheres e alimentos. A abertura do Japão para o estrangeiro e a adoção de elementos ocidentais simbolizava a entrada de uma nova era. O fascínio por artigos do exterior contribuiu para o rápido desenvolvimento da sociedade em direção à modernidade.
Em relação à moda, durante a década de 50 e 60, o Japão buscava importar e copiar modelos de roupas que estavam em alta na sociedade europeia. O país foi incluso na cena fashion apenas na década de 70, devido à contribuição do estilista Kenzo Takada (Kenzo). Tornou-se uma referência apenas na década de 80, período de significativo crescimento econômico no país, quando muitas empresas migraram para o Japão.
Durante este período, a influência da moda oriental começou a ser observada na Europa. A inclusão de estampas e tecidos tradicionais do Japão ganhou espaço. Desde então, o Japão passou a contribuir no surgimento de novas tendências e popularizando novos estilos.
Hoje em dia, em Tóquio, a capital do Japão, uma cidade de quase 14 milhões de habitantes, observa-se nas ruas diversos estilos.
Confira fotos recentes tiradas por mim para a WebMagazine em diversos bairros desta megalópole.